paula roush

paula roush

PAINTBALL FIELD (3.06 BILLION CYCLES PER SECOND)

Clique na imagem para ampliar

Preço
20,00 EUR
Quantidade
Descrição

Título: PAINTBALL FIELD (3.06 BILLION CYCLES PER SECOND) | ISBN: N/D | Edição: msdm publications 2018 | Tiragem: 100 | Dimensões: 35 x 50 cm | Páginas: 24

Entrega: 3-4 dias úteis
Informações adicionais

_____________________________________ PAINTBALL FIELD (3,06 biliões de ciclos por segundo ) Paintball Field foi realizado durante uma residência nas aldeias de montanha de "xisto" de Portugal. A área tornou-se despovoada e agora está sendo desenvolvida como um destino para os turistas. O título do trabalho refere-se a uma área de recreação local onde as famílias visitam com seus filhos para jogar jogos de guerra usando armas que disparam bolas de tinta. As fotografias evocam uma cena de caça na qual uma figura feminina usando uma máscara de cortiça - parecida com aquelas que foram usadas pelos aldeões originais durante o carnaval - está sendo perseguida. Mais do que um simples comentario ironia acerca de violência e guerra, o trabalho tem conotações etnográficas, evocando um encontro dramático entre as tradições rurais do passado e as práticas culturais atuais. 3,06 biliões de ciclos por segundo é a a velocidade do relógio do computador usado para criar o trabalhos fotografico, expresso em gigahertz (3,06 GHz). O computador é apenas um dos elementos mediadores nessa pratica, ligado que está a várias outros dispositivos involvidos na captura, edicao, impressao e publicacao . E uma meditacao sobre o sentimento de perca em termos emocionais, sociais e tecnologicos: perca espacial, perca humana, e perca do poder de processamento do computador. PAINTBALL FIELD ((3.06 BILLION CYCLES PER SECOND) NEWSPAPERWORK 24 pages, b&w digital print newsprintpaper, 35 x 50 cm Paintball Field was made during a residency in the ‘schist’ mountain villages of Portugal. The area has become depopulated and is now being developed as a destination for tourists. The title of the work refers to a local recreation area where visiting families come with their children to play war games using guns firing balls of paint. The photographs conjure up a hunting scene in which a female figure wearing a cork mask – resembling those that were used by the original villagers during carnival – is being pursued. More than a simple ironic take on violence and war, the work draws on ethnographic connotations, evoking a dramatic encounter between the rural traditions of the past and present-day cultural practices. 3.06 billion cycles per second is the clock speed of the computer used to create the photoworks, expressed in gigahertz (3.06 GHz). The computer is only one of the mediating elements in this practice, connected to several other devices involved in capturing, editing, printing and publishing. It is a meditation on the feeling of loss, emotional, social and technological loss: loss of space, loss of loved ones and loss of computing power.